Em 23 de janeiro de 2026, os militares dos Estados Unidos atacaram um barco no leste do Pacífico, resultando na morte de dois indivíduos suspeitos de tráfico de drogas. O ataque foi parte de uma campanha mais ampla do governo Trump contra supostos narcoterroristas que operam a partir da Venezuela, iniciada no início de setembro. A Guarda Costeira dos EUA foi notificada para buscar um terceiro ocupante que sobreviveu ao ataque.
O Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) informou que a embarcação estava em rotas conhecidas de narcotráfico e divulgou um vídeo do ataque. No entanto, especialistas em direito internacional e grupos de direitos humanos levantaram preocupações sobre a legalidade das operações, argumentando que as ações podem ser vistas como execuções extrajudiciais. O governo não apresentou evidências conclusivas sobre a participação da embarcação em atividades ilícitas, gerando um intenso debate sobre os limites da ação militar.
Este ataque marca o primeiro desde o final do ano anterior e ocorre após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro pelas forças dos EUA. Além disso, os EUA anunciaram uma reunião com líderes militares de 34 países para discutir questões de segurança regional. A situação ressalta a complexidade do combate ao tráfico de drogas e suas implicações para a segurança internacional.

