Ariana Grande e outros artistas de renome estão adotando residências prolongadas em cidades centrais, ao invés de realizar turnês que abarquem diversas localidades. Essa mudança de estratégia pode impactar significativamente a forma como os artistas se conectam com seus fãs e gerenciam suas carreiras. A decisão reflete uma adaptação às novas demandas do mercado musical, que busca otimizar a experiência do público.
Esse novo modelo de residências pode ser uma resposta à crescente pressão sobre os artistas para atender às expectativas de turnês extensivas, que muitas vezes exigem um alto nível de energia e compromisso. Além disso, as residências oferecem uma oportunidade para os artistas explorarem um repertório mais variado, aprofundando a conexão com os fãs que frequentam múltiplos shows no mesmo local. Essa abordagem também pode resultar em maiores receitas financeiras, tanto para os artistas quanto para os locais de apresentação.
À medida que mais artistas adotam esse formato, as implicações para o setor musical podem ser profundas. A transformação nas turnês pode alterar a paisagem da indústria, com mais ênfase em experiências imersivas e menos em performances itinerantes. Esse fenômeno poderá também influenciar a forma como os agentes e promotores de eventos planejam futuras produções, moldando o futuro do entretenimento ao vivo.

