O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem utilizado a força militar contra países como Venezuela e Irã, especialmente em períodos em que as negociações diplomáticas estavam em andamento. Essas ações levantam preocupações sobre a real intenção de Trump e a eficácia da diplomacia em relação a regimes considerados hostis. O contexto atual sugere que, mesmo com tentativas de diálogo, a opção militar permanece no horizonte.
Historicamente, Trump mostrou-se propenso a adotar uma postura agressiva quando as relações diplomáticas parecem estar se solidificando. O impacto dessa estratégia é significativo, pois pode desestabilizar as regiões afetadas e prejudicar as negociações em andamento. Além disso, essas ações podem gerar reações adversas de outros países, aumentando as tensões internacionais.
À medida que a política externa dos EUA evolui, a continuidade dessa abordagem pode ter desdobramentos graves. A pressão sobre os aliados e as repercussões econômicas e sociais em países como o Irã e a Venezuela são questões que precisam ser monitoradas de perto. O cenário futuro depende da capacidade da diplomacia de prevalecer sobre as ameaças militares, que ainda pairam sobre a mesa.

