Anthony Albanese, primeiro-ministro da Austrália, se prepara para discutir detalhes do programa de recompra de armas durante a próxima reunião do gabinete nacional, apesar da recusa de Queensland e do Território do Norte em participar. O programa, que custará centenas de milhões de dólares, foi estabelecido em resposta ao ataque terrorista em Bondi Beach, ocorrido recentemente. A reunião, prevista para esta sexta-feira, também abordará questões de financiamento em saúde e deficiência entre os líderes estaduais e o primeiro-ministro.
As novas legislações que regulamentam a recompra de armas atribuem aos estados a responsabilidade pela coleta e processamento das armas entregues. Com a urgência em implementar essas leis, é essencial que haja um acordo rápido entre o governo federal e os governos estaduais. A resistência de Queensland e do Território do Norte pode complicar a execução do programa, que visa aumentar a segurança pública após o ataque que chocou o país.
O desdobramento desse programa pode ter implicações significativas para a política de controle de armas na Austrália. A falta de adesão de algumas regiões pode acirrar o debate sobre a eficácia das políticas de segurança e a necessidade de uma abordagem mais unificada. À medida que o governo federal busca avançar na implementação, a pressão sobre os estados para que se unam à iniciativa deve aumentar nos próximos dias.

