Na manhã de 7 de janeiro de 2026, em Minneapolis, um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) disparou contra uma mulher de 37 anos durante uma operação de fiscalização migratória. Segundo o governo, o disparo foi justificado como legítima defesa, alegando que a motorista teria tentado atropelar os agentes. No entanto, a identidade da vítima ainda não foi revelada, e a situação gerou um clamor público significativo.
A operação, que mobilizou cerca de 2 mil agentes do ICE e do Departamento de Segurança Interna (DHS), é uma das maiores fiscalizações migratórias dos últimos anos. Críticos, incluindo o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, e o governador de Minnesota, Tim Walz, contestam a narrativa oficial e exigem responsabilização. Relatos indicam que a mulher não era alvo da operação, o que intensifica as preocupações sobre a eficácia e a ética das ações do ICE na região.
Após o incidente, centenas de manifestantes se reuniram para protestar contra o ICE, evocando lembranças da morte de George Floyd em 2020. A situação revela um clima de tensão entre a segurança pública e os direitos civis, levantando questões sobre a política migratória do governo e a necessidade de uma investigação independente. O FBI está conduzindo a investigação do caso, que poderá ter desdobramentos significativos nas políticas locais e federais de imigração.

