Um agente da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos foi preso em St. Paul, Minnesota, após ser encontrado inconsciente em seu veículo. Alfredo Mancillas Jr, de 31 anos, estava visivelmente embriagado e coberto de vômito quando os policiais o localizaram na manhã de terça-feira, 31 de janeiro de 2026. Sua detenção ocorre em um momento de intensificação das ações de imigração durante a administração Trump.
O incidente levanta questões sobre o comportamento dos agentes que lidam com a segurança nas fronteiras, especialmente em tempos de rigorosas políticas de imigração. Mancillas enfrenta acusações de direção sob influência, algo que pode impactar sua carreira e a reputação da agência em que trabalha. O comportamento de funcionários públicos, ainda mais em postos sensíveis, deve ser avaliado com rigor, refletindo a responsabilidade que têm para com a sociedade.
As consequências legais de sua prisão podem ser severas, envolvendo não apenas sanções penais, mas também potenciais repercussões administrativas dentro da Alfândega e Proteção de Fronteiras. O incidente pode provocar uma revisão das políticas de supervisão e treinamento para agentes, além de reacender debates sobre a cultura dentro das agências de imigração. O caso de Mancillas se insere em um contexto maior de preocupação com a conduta dos funcionários públicos em posições de autoridade.

