O ano de 2025 foi oficialmente declarado como o terceiro mais quente já registrado, conforme relataram o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, o Met Office do Reino Unido e a organização Berkeley Earth. Apesar da presença do fenômeno La Niña, que normalmente resfria as temperaturas globais, o planeta continuou a experimentar níveis alarmantes de calor, ultrapassando a média de 1,5 °C estabelecida no Acordo de Paris.
Os pesquisadores destacam que, pela primeira vez, a média de aquecimento em três anos consecutivos superou esse limite crítico, o que levanta preocupações sobre a possibilidade de ultrapassá-lo de forma permanente até 2029. O estudo sugere que a intensificação do aquecimento global tem sido impulsionada por fatores como a diminuição de nuvens baixas e a redução da poluição por enxofre, que anteriormente ajudavam a resfriar temporariamente a atmosfera.
Especialistas enfatizam que, embora o limite de 1,5 °C não represente um

