O São Paulo Futebol Clube confirmou que dois de seus jogadores utilizaram o medicamento Mounjaro, indicado por um médico nutrólogo do clube, em 16 de dezembro de 2025. No entanto, a situação se complicou com a descoberta de que as canetas emagrecedoras foram adquiridas de um fornecedor não autorizado para a venda no Brasil, levantando preocupações sobre a legalidade do uso do produto.
Embora o clube tenha afirmado que o Mounjaro é um medicamento regularizado e que a prescrição foi feita com acompanhamento médico, a apuração revelou que a compra foi realizada sem receita e a um preço acima do praticado em farmácias autorizadas. Diante da pressão pública e da irregularidade na origem do medicamento, o São Paulo decidiu rescindir o contrato com o nutrólogo responsável pela indicação, ressaltando a necessidade de manter a integridade de suas práticas médicas.
Esse desdobramento não apenas agrava a crise enfrentada pelo clube, que já lida com dificuldades financeiras e um número elevado de jogadores no departamento médico, mas também levanta questões sobre a responsabilidade dos profissionais envolvidos na saúde dos atletas. O incidente pode ter repercussões significativas para a reputação do clube e para a condução de suas práticas de saúde e bem-estar dos jogadores.

