As celebrações do Ano Novo tiveram início nesta quarta-feira (31) na Austrália e em outros países do Pacífico, que se despedem de 2025, um ano repleto de conflitos internacionais e a volta de Donald Trump à Casa Branca. Enquanto nações como Kiribati e Samoa brindaram a chegada de 2026, Sydney, autoproclamada ‘capital mundial do Ano Novo’, enfrentou um clima de reflexão após um massacre que deixou 15 mortos em uma festa judaica.
O ano que se encerra foi um dos mais quentes já registrados, com eventos climáticos extremos que impactaram diversas regiões do mundo. Na Austrália, os preparativos para as festividades foram sombreados pela tragédia recente, levando o primeiro-ministro a reconhecer a mistura de alegria e tristeza que marcou este Ano Novo. Apesar disso, centenas de milhares de pessoas se reuniram em Sydney para assistir ao espetáculo pirotécnico, ressaltando o desejo de celebração mesmo em tempos difíceis.
As implicações do retorno de Trump à presidência e a pressão internacional que resultou em um cessar-fogo em Gaza continuam a ressoar globalmente. Enquanto a América Latina se prepara para suas próprias celebrações, a esperança de um futuro mais pacífico e próspero permeia as festividades, refletindo a resiliência dos povos diante de desafios significativos. O Ano Novo traz consigo uma mistura de expectativa e incerteza, mas também a promessa de novos começos.

