Marcelo Nascimento da Rocha, conhecido como Marcelo VIPs, faleceu aos 49 anos em Joinville, Santa Catarina, no último dia 9 de janeiro, devido a complicações de cirrose hepática. Sua trajetória, marcada por fraudes desde a adolescência, fez dele uma figura emblemática no Brasil, especialmente nos anos 2000, quando se destacou por assumir falsas identidades e enganar diversas pessoas.
Natural de Maringá, no Paraná, Marcelo começou a aplicar golpes ainda jovem e rapidamente ganhou notoriedade ao se apresentar como milionário e até como piloto do narcotráfico. Sua história, que se desdobrou em um documentário e um filme, revela um retrato complexo de manipulação e vaidade, além de abordar a credulidade social que permitiu que suas fraudes prosperassem por tanto tempo. Nos últimos anos, ele tentava se reintegrar à sociedade, trabalhando como produtor artístico após diversas prisões.
A morte de Marcelo VIPs levanta questões sobre o impacto de suas ações e o legado que deixa. Além de um enterro marcado por controvérsias em São José dos Pinhais, sua vida continuará a ser debatida, refletindo as nuances de uma personalidade que, por um lado, encantou e, por outro, enganou. A sociedade agora se depara com a necessidade de discutir as lições que podem ser aprendidas a partir de sua história.

