Ministro do STF critica proposta de código de conduta de Fachin

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) expressou sua oposição à sugestão de Edson Fachin de estabelecer um código de conduta para os ministros, inspirado no modelo alemão. Ele argumenta que a proposta tem pouca chance de ser aceita no Brasil, comparando a situação da ética no país à da Alemanha, onde tal código já existe. Além disso, o ministro sugere que a discussão pode ser uma tentativa de constranger Dias Toffoli, após sua polêmica viagem a Lima com um advogado do banco Master.

Fachin tem conversado com seus colegas sobre a importância de um código para guiar as ações dos magistrados e preservar a imagem da instituição. No entanto, alguns ministros acreditam que a discussão atual apenas expõe divisões internas e amplifica as críticas ao trabalho do tribunal. A proposta, portanto, pode gerar mais discussões sobre a ética na Corte, mas a aceitação parece incerta.

O debate sobre a criação do código de conduta está previsto para avançar em 2026, o que pode trazer novas implicações para a dinâmica do STF. A situação ressalta a necessidade de um alinhamento ético entre os ministros, enquanto a Corte enfrenta desafios relacionados à sua imagem pública. Assim, o futuro da proposta de Fachin pode influenciar a credibilidade e a percepção do tribunal na sociedade.

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