A aprovação da fusão entre Petz e Cobasi pelo CADE, marcada por algumas restrições, foi um alívio para o mercado. Com essa decisão, as ações da Petz (PETZ3) apresentaram alta superior a 4%, encerrando um período de quase dois anos de incertezas regulatórias. A conclusão do processo está prevista para 2 de janeiro de 2026, permitindo que as equipes de gestão avancem na captura de sinergias.
A análise do Bradesco BBI destaca que o desinvestimento de 26 lojas não deve comprometer a liderança da nova empresa, que mantém suas vantagens competitivas, especialmente no estado de São Paulo. A XP Investimentos, por sua vez, também vê a aprovação de forma positiva, embora mantenha uma recomendação neutra, ressaltando a necessidade de cautela devido ao ambiente competitivo acirrado. A expectativa é que o ritmo de ganhos continue desafiador durante a integração das operações.
Com a fusão, espera-se que a nova companhia tenha um valor de mercado significativo, representando um prêmio em relação aos seus concorrentes do varejo. Enquanto os analistas do setor permanecem otimistas em relação às sinergias esperadas, a integração pode enfrentar desafios típicos de processos similares. A gestão da Petz agora precisa se concentrar na execução bem-sucedida desta fusão para garantir um futuro sustentável e competitivo.

