Recentemente, e-mails divulgados revelaram que a princesa Sofia da Suécia foi convidada para a ilha privada do financista Jeffrey Epstein em 2005. A Corte Real Sueca confirmou que a princesa se encontrou com Epstein em várias ocasiões, mas enfatizou que ela rejeitou o convite para visitar a ilha. O contexto dessa revelação é o contínuo exame das conexões sociais de Epstein, que morreu na prisão em 2019 após ser condenado por crimes sexuais contra menores.
Os e-mails mostram que Sofia foi apresentada a Epstein por uma empresária sueca radicada nos Estados Unidos, que a descreveu como uma aspirante a atriz. Apesar do convite para passar tempo na propriedade de Epstein, a Corte Real afirmou que a princesa não teve contato com ele nos últimos 20 anos e que qualquer alegação de que ela recebeu auxílio de Epstein em relação a cursos de teatro é incorreta. Essas mensagens vêm à tona em meio a novas reportagens sobre a vida e os relacionamentos do financista.
Esse episódio reacende debates sobre as implicações sociais de figuras públicas que se envolveram com Epstein. A busca por esclarecimentos sobre a natureza dessas relações e os possíveis impactos na imagem da realeza sueca continuam a gerar interesse. As revelações ressaltam a importância de uma análise cuidadosa das redes sociais e dos vínculos que podem influenciar a percepção pública.

