Nesta quinta-feira, a Polícia Federal (PF) indiciou o deputado federal Gustavo Gayer, do PL de Goiás, por desvio de recursos públicos da cota parlamentar. O indiciamento se deu em decorrência de uma operação realizada em outubro de 2024, na qual foram apreendidos um celular e um HD na residência do parlamentar em Goiânia. Gayer relatou ter sido acordado com a ação da PF, que ele descreveu em um vídeo nas redes sociais como uma abordagem invasiva.
A operação, intitulada “Discalculia”, foi autorizada por um mandado emitido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. A investigação apura possíveis irregularidades no uso das verbas destinadas ao exercício da função parlamentar, o que levanta preocupações sobre a gestão de recursos públicos. O caso destaca a crescente atuação da PF em investigações relacionadas a parlamentares e suas condutas financeiras.
O indiciamento de Gayer pode ter implicações significativas, tanto no cenário político quanto em sua carreira legislativa. A repercussão da operação e do indiciamento poderá influenciar a percepção pública sobre a transparência e a responsabilidade dos representantes eleitos. Além disso, a situação poderá desencadear novas investigações e ações de fiscalização sobre o uso de verbas parlamentares por outros políticos.

