Defesa de Bolsonaro solicita cirurgias e prisão domiciliar humanitária

Bianca Almeida
Tempo: 1 min.

A defesa de Jair Bolsonaro requereu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorização para que o ex-presidente deixe a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde se encontra detido, para realizar cirurgias necessárias. Os advogados argumentam que a condição de saúde de Bolsonaro se deteriorou, apresentando problemas como soluços persistentes e dor relacionada a uma hérnia inguinal.

Os profissionais de saúde que atendem Bolsonaro indicaram a urgência das intervenções cirúrgicas, que devem ocorrer em ambiente hospitalar e requerem de cinco a sete dias de internação. A defesa enfatiza a gravidade do quadro clínico, afirmando que o ex-presidente tem sentido dores intensas e desconforto, o que justifica a solicitação de prisão domiciliar humanitária em decorrência da complexidade do tratamento.

Desde o dia 22 de novembro, Bolsonaro está preso na sede da PF após tentar violar as condições de sua prisão domiciliar. Em 25 de novembro, o ministro Moraes decidiu que ele deveria iniciar o cumprimento de uma pena de 27 anos e três meses por sua suposta participação em uma trama golpista, aumentando a atenção sobre as questões legais e de saúde do ex-presidente.

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