O Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, viveu uma noite de caos na quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, após o cancelamento de 167 voos devido a ventos que atingiram 98 km/h, consequência de um ciclone extratropical. A situação gerou longas filas no saguão e na área de check-in, com passageiros desesperados em busca de informações sobre remarcação e hospedagem.
Os passageiros reclamaram da falta de comunicação clara por parte das companhias aéreas, que não forneceram suporte adequado durante a crise. Muitos passageiros, como uma funcionária pública que havia saído de Brasília, expressaram frustração por não terem recebido informações sobre os cancelamentos e por terem enfrentado atrasos sucessivos. A companhia Gol, procurada para comentários, ainda não se manifestou sobre o ocorrido.
A confusão aumentou quando passageiros foram informados sobre a escassez de vagas em hotéis e a possibilidade de um ônibus para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Com a falta de alimentação e suporte, a pressão sobre as companhias aéreas se intensificou, e a insatisfação entre os passageiros continuou a crescer, levantando questões sobre a gestão de crises em situações climáticas adversas.

