O autor discute a utilização de ferramentas de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, para o planejamento de viagens, destacando sua eficácia em organizar férias. Ele sugere que os usuários iniciem esse processo com um teste prático, o que pode ajudar a eliminar o receio em relação ao uso dessas tecnologias no cotidiano. A experiência pessoal do autor, ao planejar uma viagem à Itália, ilustra como a IA pode economizar tempo e oferecer sugestões relevantes.
As dicas incluem a escolha do destino, a definição de datas e a busca por passagens aéreas, enfatizando que a IA deve ser usada como auxiliar e não como única fonte de informação. O autor ressalta a importância de verificar as respostas da IA, especialmente em relação a preços e disponibilidade, já que essas informações podem mudar rapidamente. Além disso, recomenda o uso de chatbots para elaborar roteiros diários e checar requisitos de viagem, como vistos e documentação.
Por fim, o texto alerta para a necessidade de uma abordagem crítica ao usar a IA, sugerindo que os usuários confirmem informações em fontes oficiais. O uso de ferramentas de inteligência artificial pode revolucionar a forma como as pessoas planejam suas viagens, oferecendo uma experiência mais personalizada e eficiente. Contudo, a responsabilidade final por decisões e confirmações ainda recai sobre o viajante.

