China impõe novas tarifas à carne bovina brasileira, alterando mercado

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Em 31 de dezembro de 2025, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) comunicaram que as medidas de salvaguarda da China afetarão a importação de carne bovina brasileira. A decisão inclui uma cota de 1,106 milhão de toneladas para 2026, com tarifas de 12% e sobretaxa de 55% para volumes excedentes.

As novas tarifas foram anunciadas pelo Ministério do Comércio da China e entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2026, com validade até 31 de dezembro de 2028. As entidades ressaltaram que, em 2025, as importações chinesas de carne bovina brasileira representaram 48,3% do total exportado, indicando a importância do mercado chinês para a pecuária nacional. Para evitar impactos negativos, ajustes na cadeia de produção e exportação se tornam essenciais.

Abiec e CNA afirmaram que a China é o principal destino da carne bovina brasileira, destacando a relação comercial desenvolvida ao longo dos anos, baseada em confiabilidade e cumprimento de padrões sanitários. As entidades continuarão a monitorar a implementação das novas medidas e buscarão colaborar com o governo brasileiro e autoridades chinesas para minimizar os efeitos adversos sobre os pecuaristas e exportadores.

Compartilhe esta notícia