Brigitte Bardot, renomada atriz francesa e defensora dos direitos dos animais, faleceu aos 91 anos e será sepultada no cemitério marítimo de Saint-Tropez, cidade no sul da França. Sua morte, anunciada em dezembro, coincide com um impasse político, pois a data do funeral ainda não foi revelada e seu círculo íntimo já está na região para os preparativos.
A escolha do local de sepultamento, que respeita o desejo da atriz de ser enterrada perto de seus entes queridos e animais, foi confirmada por sua amiga e jornalista Wendy Bouchard. Apesar de rumores sobre um possível sepultamento em sua propriedade, essas informações foram desmentidas. O funeral será conduzido de maneira simples e respeitosa, refletindo a personalidade de Bardot.
A possibilidade de uma homenagem nacional à atriz está gerando debates acalorados. Enquanto líderes de partidos de direita, como Eric Ciotti, solicitam reconhecimento oficial, a esquerda, representada por Olivier Faure, critica a ideia, lembrando as condenações de Bardot por racismo. Essa controvérsia destaca a complexidade da herança cultural da atriz e suas implicações para a sociedade francesa atual.

