Neste domingo (21), australianos se reuniram para um minuto de silêncio em memória das 15 vítimas do ataque armado em Bondi Beach, Sydney, que ocorreu na festividade judaica de Hanukkah. O ataque foi perpetrado por um pai e seu filho, que dispararam contra uma multidão, resultando em um impacto significativo na comunidade e no país como um todo.
O ataque, um dos mais mortais na Austrália em quase três décadas, gerou uma onda de indignação e reflexão sobre o antissemitismo no país. Durante a vigília, o primeiro-ministro, Anthony Albanese, enfrentou vaias ao participar do evento, que reuniu cerca de 20 mil pessoas. As bandeiras foram hasteadas a meio mastro e os australianos foram encorajados a acender velas em homenagem às vítimas.
O governo australiano anunciou medidas rigorosas para controlar a posse de armas e combater o discurso de ódio após o ataque. A revisão dos serviços de polícia e inteligência foi ordenada para garantir a segurança da população. A tragédia também trouxe à tona atos de heroísmo, com cidadãos se arriscando para proteger os feridos durante o ataque, demonstrando a solidariedade da comunidade diante da adversidade.

