Soja brasileira mantém competitividade, mesmo sem tarifas chinesas aos EUA

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Analistas destacam que a soja brasileira se mostra competitiva em relação à norte-americana, mesmo diante da suspensão de tarifas pela China. Entre janeiro e outubro, 79,9% das exportações brasileiras de soja foram destinadas ao mercado chinês, que continua a ser o maior importador do mundo. O Brasil, com uma safra recorde em 2025, está se posicionando favoravelmente frente aos Estados Unidos, que enfrentam desafios nas relações comerciais com Pequim.

A redução das tarifas de importação pela China é um fator que, embora positivo, não altera drasticamente a competitividade da soja brasileira, que já está cotada a preços mais baixos do que a americana. Com a expectativa de uma nova safra recorde em 2026, especialistas indicam que o Brasil continuará a ser o principal fornecedor de soja para a China, especialmente durante a entressafra norte-americana. A análise sugere que, mesmo com ajustes no mercado, a soja brasileira permanecerá a preferida pelos importadores.

Os analistas também ressaltam que a situação atual do mercado de soja é favorável para o Brasil, que deve continuar a dominar as exportações para a China. As projeções indicam que, a menos que ocorram quebras significativas na safra, a competitividade brasileira deve se manter durante o próximo ano. Essa dinâmica reforça a posição do Brasil como líder no mercado global de soja, apesar das complexidades nas relações comerciais com os Estados Unidos.

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