A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida na manhã do dia 22 de novembro de 2025, provocou intensas reações no cenário político brasileiro. O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) afirmou que essa ação representa um ataque direto à democracia, prometendo resistência por parte do grupo bolsonarista. Ele ressaltou que a prisão de Bolsonaro é considerada desumana e injusta, alertando sobre as consequências caso algo aconteça ao ex-presidente enquanto estiver sob custódia.
Nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou versículos bíblicos logo após a prisão, destacando sua influência entre os apoiadores do ex-presidente. Além dela, outros políticos, como Fabio Wajngarten e a deputada federal Carol de Toni, expressaram indignação, caracterizando a prisão como um absurdo e um ato de injustiça, prometendo lutar contra essa decisão. O clima de tensão se intensificou, refletindo a polarização política no Brasil.
Por outro lado, figuras da esquerda, como Manuela D’Ávila e Maria do Rosário, comemoraram a prisão, considerando-a um avanço na aplicação da lei. A viúva de Marielle Franco, Mônica Benício, também celebrou o evento, afirmando que um novo capítulo da democracia brasileira estava sendo escrito. A divisão nas reações evidencia a complexidade do atual cenário político e antecipa possíveis desdobramentos nas próximas eleições.

