O irmão de Jair Bolsonaro, Renato Bolsonaro, expressou sua indignação em relação à prisão preventiva do ex-presidente, realizada pela Polícia Federal em Brasília no dia 22 de novembro de 2025. Em sua declaração, Renato considerou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) como absurda e afirmou que a medida foi orquestrada, associando-a ao número do PL, partido ao qual pertencem.
A prisão foi motivada por duas situações: a tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica do ex-presidente e a convocação de uma vigília por um aliado. Renato ainda ressaltou que seu irmão já havia sido condenado sem motivos e que a defesa havia solicitado que ele continuasse em casa por questões de saúde, o que foi negado pelo STF. Ele aproveitou a oportunidade para reiterar a necessidade de votar pela anistia, defendendo que o Brasil não deve aceitar a erosão da liberdade.
A situação levanta questões sobre a atuação do STF e a liberdade de expressão. Renato, que é pré-candidato à Câmara dos Deputados em 2026, argumentou que as ações do ministro Alexandre de Moraes extrapolam a função judicial, comprometendo direitos de manifestação. O desdobramento desse caso poderá impactar não apenas a trajetória política da família Bolsonaro, mas também o cenário político mais amplo no Brasil.

