Nesta quinta-feira (6), os contratos futuros de petróleo apresentaram queda, com a cotação do WTI reduzindo em 0,29% e o Brent em 0,22%. Esse movimento é impulsionado pela expectativa de um superávit no mercado de petróleo em 2026, conforme indicam as novas estimativas sobre o aumento dos estoques nos Estados Unidos e a possibilidade de demanda enfraquecida nos próximos meses.
A consultoria Oxford Economics assinalou que a Opep+ deve interromper os aumentos de produção no primeiro trimestre de 2026, após um acréscimo de 137 mil barris por dia em dezembro. Além disso, a Capital Economics destacou que as exportações da Rússia permanecem robustas, mesmo diante de sanções, o que intensifica a pressão sobre os preços do petróleo no mercado global.
Com o aumento significativo nos estoques de petróleo nos EUA, analistas como o MUFG expressam preocupação com o excesso de oferta, o que pode levar a uma contínua pressão baixista sobre os preços. As projeções indicam que o Brent poderá ser negociado a US$ 60 no final de 2025 e a US$ 50 no final de 2026, refletindo um cenário de incerteza no mercado de energia.

