Durante um evento na Argentina, o ministro do STF, Gilmar Mendes, foi interrompido por um foragido, acusado de envolvimento nos ataques de 8 de janeiro. O protesto ocorreu enquanto Mendes falava ao lado do ex-presidente colombiano Iván Duque, e o foragido, Symon Filipe de Castro Albino, expressou sua indignação contra acusações feitas por Alexandre de Moraes.
Symon utilizou a oportunidade para afirmar que não havia provas contra ele e outros acusados, pedindo reconhecimento de sua inocência. O protesto foi acompanhado de perto por seguranças, que intervieram após a manifestação, mas o foragido conseguiu se dirigir ao público antes de ser escoltado para fora. A presença de outros dois foragidos no evento, que se credenciaram com seus verdadeiros nomes, intensifica a controvérsia sobre a legitimidade do ato.
O incidente destaca as complexas questões de liberdade de expressão e segurança em eventos internacionais. Além disso, o fato de foragidos conseguirem participar de um fórum organizado por uma figura pública importante revela a necessidade de maior vigilância em eventos desse tipo. As repercussões políticas e sociais desse protesto podem influenciar debates sobre a justiça e a democracia no Brasil e sua imagem no exterior.

