Mourão condena custódia de Bolsonaro e a classifica como arbítrio

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

O senador Hamilton Mourão, do Republicanos-RS, manifestou sua reprovação em relação à transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para as instalações da Polícia Federal, ocorrida no último sábado, 22. Mourão, que foi vice-presidente durante a gestão de Bolsonaro, descreveu a ação como uma demonstração de arbítrio e argumentou que o ex-presidente não representa uma ameaça à ordem pública.

O senador ainda afirmou que essa decisão evidencia uma perseguição contínua contra Bolsonaro, que, segundo ele, jamais cometeu crime algum. A prisão preventiva foi ordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, com base em um suposto risco de fuga e uma violação de tornozeleira eletrônica. Mourão e outros líderes da oposição alegam que a medida é uma afronta à democracia.

Além de Mourão, o líder da oposição na Câmara, também se manifestou contra a prisão, considerando-a injusta e desumana. Ele advertiu que a responsabilidade por qualquer incidente envolvendo Bolsonaro sob custódia do Estado seria inaceitável. As reações indicam um clima de tensão política e uma mobilização entre os apoiadores do ex-presidente, que prometem resistir a essas ações legais.

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