O presidente Lula decidiu utilizar o iate Iana 3 durante a COP30 em Belém, em vez de um navio da Marinha, por considerar as instalações inadequadas. O iate, que pertence a um empresário local, já esteve envolvido em denúncias de crimes eleitorais no Amazonas, o que gerou controvérsias sobre sua utilização para fins oficiais.
O Iana 3 é parte de uma frota de embarcações alugadas ao governo do Amazonas e, segundo críticos, seu uso representa um luxo inaceitável diante do contexto social. Apesar das justificativas apresentadas pela comitiva presidencial, a escolha do iate levanta preocupações sobre a transparência nos gastos públicos e a ética no uso de recursos governamentais.
As implicações do aluguel do Iana 3 se estendem para a administração pública, especialmente em um momento em que a população demanda maior responsabilidade fiscal. Esse episódio pode intensificar o debate sobre a relação entre políticos e contratos públicos, além de potencialmente afetar a imagem do governo diante da opinião pública.

