Na última segunda-feira, a ativista Luisa Mell destacou-se durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, Pará, ao se pintar de azul e deitar em um prato cenográfico. O protesto, realizado em parceria com a organização Peta, teve como objetivo chamar a atenção para a devastação ambiental provocada pela pecuária, ao mesmo tempo em que Mell exortou a adoção do veganismo como solução para a crise climática.
Durante o ato, a ativista expressou que a principal causa da destruição da Amazônia está ligada à pecuária, enfatizando que enquanto decisões importantes são tomadas na conferência, práticas prejudiciais continuam a ser promovidas. Mell utilizou o corpo como uma tela para transmitir sua mensagem, que incluía um garfo espetado nela e um cartaz com imagens de florestas em chamas. A ação não só buscou visibilidade, mas também envolveu um apelo emocional ao futuro das gerações.
A participação de Luisa Mell na COP30 levanta questões sobre o papel da alimentação na luta contra as mudanças climáticas. Com a conferência ocorrendo entre os dias 10 e 12 de novembro, o protesto reforça a necessidade de debate sobre práticas sustentáveis e o impacto da indústria de carnes. A ativista afirmou que sua intenção era provocar reflexão e mudança de hábitos, não apenas em relação ao meio ambiente, mas também para garantir um futuro melhor para as crianças.

