O governo do Reino Unido aboliu o limite de benefícios para famílias com dois filhos, uma política que gerou polêmica ao longo dos anos. A chanceler Rachel Reeves anunciou a decisão no Parlamento, afirmando que não deseja um sistema que penalize crianças por suas circunstâncias de nascimento. A nova medida terá efeito a partir de abril de 2026, marcando uma mudança significativa nas políticas sociais britânicas.
A política anterior era criticada por seu impacto negativo em famílias de baixa renda, especialmente entre grupos vulneráveis. Com a abolição, espera-se que mais famílias possam acessar benefícios adequados para sustentar seus filhos, atendendo a uma necessidade crescente em meio a desafios econômicos. No entanto, a decisão gerou reações acaloradas entre segmentos da direita, que temem que a mudança favoreça imigrantes e desestabilize o sistema de bem-estar social.
As implicações da medida podem ser amplas, afetando não apenas a vida de inúmeras famílias, mas também o debate político sobre imigração e assistência social no Reino Unido. A medida se insere em um contexto mais amplo de discussões sobre a justiça social e a equidade, refletindo uma mudança nas prioridades do governo. Acompanhar as reações e os desdobramentos dessa decisão será crucial nas próximas semanas.


