Na quinta-feira (27/11), o vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, recebeu um estudo elaborado pela USP sobre os impactos econômicos da febre aftosa, que reacendeu o debate sobre a defesa agropecuária no estado. Vilela afirmou que o planejamento contínuo é crucial para garantir respostas rápidas e a manutenção da competitividade da pecuária goiana, além de ressaltar que o risco atual é baixo, exigindo vigilância rigorosa para preservar a saúde animal.
O estudo apresenta simulações que indicam impactos econômicos entre R$ 600 milhões e R$ 9 bilhões, dependendo da rapidez na detecção da doença. O secretário de Agricultura, Pedro Leonardo Rezende, reafirmou que Goiás está preparado para enfrentar cenários adversos, citando o aumento das exportações mesmo com tarifas impostas pelos EUA, o que demonstra a robustez da pecuária local.
A pesquisa foi bem recebida pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), que ressaltou a importância da tecnologia no sistema de defesa. O presidente do Fundepec, Alfredo Luiz Correia, também destacou a evolução da pecuária goiana e a necessidade de união entre as entidades do setor para manter a competitividade no mercado global. A defesa agropecuária se mostra, assim, uma política estratégica para Goiás, pronta para responder a quaisquer riscos.

