Pedro Plastino, ex-gestor do mercado financeiro, e Rodrigo Brandão, ex-BNDES, anunciaram um investimento de R$ 1,5 milhão para lançar a empresa Jóias Ecológicas, focada em créditos de carbono na Amazônia. O projeto visa gerar 1 milhão de toneladas de créditos anuais, beneficiando comunidades locais e promovendo a conservação da biodiversidade. A empresa já administra 740 mil hectares e planeja expandir para 2 milhões até 2026.
A iniciativa conta com um núcleo técnico formado por ex-servidores do Instituto Chico Mendes e busca transformar a floresta em um ativo econômico, repartindo 70% dos lucros com as comunidades. Plastino enfatiza que o crédito de carbono é apenas o começo, visando fortalecer a governança local e ativar cadeias produtivas como a do pirarucu. O mercado de carbono, tanto regulado quanto voluntário, está em crescimento, e a demanda por créditos deve aumentar significativamente até 2030.
Com a sanção da lei que cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissão de Gases de Efeito Estufa, o Brasil se posiciona como protagonista no mercado de carbono, podendo gerar até 370 milhões de toneladas de créditos até 2030. A iniciativa de Jóias Ecológicas não só promove a sustentabilidade, mas também busca mitigar o

