Um estudo recente apontou que a terapia eletroconvulsiva (ECT) pode provocar uma série mais ampla de efeitos adversos do que se acreditava anteriormente. A pesquisa, publicada em 19 de novembro de 2025, recomenda a suspensão do uso dessa terapia no tratamento da depressão até que mais investigações sejam realizadas. Entre os efeitos colaterais identificados estão problemas cardíacos, fadiga e embotamento emocional, além da já conhecida perda de memória.
Os pesquisadores destacaram que, embora a ECT seja utilizada há décadas, a compreensão de seus efeitos colaterais permanece incompleta. O estudo revelou 25 efeitos adversos adicionais que poderiam impactar a saúde física e mental dos pacientes. Essa nova abordagem pode levar a uma reavaliação das diretrizes atuais para o uso da ECT, considerando a segurança e o bem-estar dos pacientes.
As implicações desse estudo são significativas, pois podem afetar a forma como a terapia eletroconvulsiva é prescrita e utilizada globalmente. A necessidade de mais pesquisas pode levar a um período de revisão das práticas clínicas, visando garantir tratamentos mais seguros para a depressão. A discussão sobre os riscos e benefícios da ECT deverá ser intensificada entre profissionais de saúde e pacientes.

