Entregadores enfrentam precariedade e abuso nas ruas da cidade

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Entregadores de aplicativos enfrentam jornadas de 10 a 12 horas, lidando com baixos salários, exaustão e condições de trabalho precárias. Marina, uma mulher brasileira, destaca que ganha mais limpando banheiros do que atuando como entregadora da Deliveroo, e Adam, um estudante do Sudão, também expressa descontentamento, descrevendo seu trabalho como insatisfatório. Ambos retratam uma realidade que suscita debates sobre exploração e direitos trabalhistas.

As dificuldades enfrentadas por esses trabalhadores incluem não apenas a pressão financeira, mas também riscos de acidentes e assédio. Marina, que se divide entre dois empregos para sustentar suas filhas, e Adam, que busca um diploma de Direito, ilustram o dilema de muitos entregadores que tentam equilibrar a sobrevivência com aspirações pessoais. Esses relatos revelam um aspecto sombrio do mercado de trabalho moderno.

As implicações dessa situação são profundas e levantam questões sobre a necessidade de regulamentação e proteção dos direitos dos trabalhadores. À medida que mais pessoas se tornam dependentes de empregos informais, o debate sobre a precarização do trabalho e suas consequências só tende a crescer. O que esses trabalhadores vivenciam pode ser visto como um reflexo de uma nova forma de escravidão moderna, exigindo atenção e ação urgente da sociedade.

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