A professora Geeta Nargund destaca a urgência de medidas por parte dos empregadores para abordar a desigualdade em saúde, apontando que mais de 32% das mulheres não recebem o apoio necessário para se manterem ativas no mercado de trabalho. A revisão ‘Keep Britain Working’ revela que uma quantidade significativa de adultos em idade ativa no Reino Unido tem enfrentado dificuldades para permanecer em seus empregos devido a problemas de saúde, o que representa um desafio crescente para a força de trabalho.
Um relatório da NHS Confederation, em parceria com a fundação da professora Nargund, estima que £11 bilhões são perdidos anualmente devido a ausências relacionadas a condições ginecológicas. Além disso, a pesquisa indica que 15% das mulheres precisaram mudar para trabalhos de meio período, enquanto 14% abandonaram seus empregos devido a questões de saúde. Esses dados sublinham a necessidade de uma abordagem mais sensível às questões de saúde feminina por parte dos empregadores.
As implicações desse cenário são profundas, pois a falta de apoio adequado não apenas prejudica a saúde das funcionárias, mas também impacta a produtividade e a economia como um todo. A urgência de confrontar essas desigualdades em saúde no local de trabalho se torna evidente, exigindo que os empregadores implementem políticas eficazes de apoio à saúde das mulheres. Essa mudança é crucial para garantir um ambiente de trabalho mais inclusivo e sustentável.

