Nesta quarta-feira (26), dois membros da Guarda Nacional dos Estados Unidos foram baleados em um incidente próximo à Casa Branca, em Washington, DC. A prefeita Muriel Bowser descreveu o ataque como um “ataque a tiros direcionado” e os guardas se encontram em estado crítico, conforme informou o diretor do FBI, Kash Patel, em coletiva de imprensa.
O episódio, que gera preocupações sobre a segurança na capital americana, ocorre em um contexto de crescente militarização sob a administração do presidente Donald Trump. Desde agosto, a Guarda Nacional está destacada na cidade, e a situação se agrava com a autorização de envio de mais tropas, elevando o número total para mais de 2.500. A polícia local deteve um suspeito, enquanto equipes de emergência atenderam outras vítimas no local.
As repercussões do ataque podem levar a um debate mais amplo sobre a segurança e a presença militar em áreas urbanas. O governo federal tem sido criticado por exceder seus poderes, enquanto o presidente Trump continua a apoiar o uso da Guarda Nacional para lidar com a criminalidade. A situação se torna ainda mais tensa à medida que o país enfrenta divisões políticas e sociais profundas.

