Dois assassinatos chocam comunidade acadêmica no Cefet do Rio de Janeiro

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

No Rio de Janeiro, duas funcionárias do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) foram mortas a tiros por um colega de trabalho na tarde de 28 de novembro de 2025. A professora Allane de Souza Pedrotti Matos chegou sem vida ao Hospital Municipal Souza Aguiar, enquanto a psicóloga Layse Costa Pinheiro, gravemente ferida, não sobreviveu. O autor do crime, João Antônio Miranda Tello Ramos, também tirou a própria vida no campus da instituição.

A tragédia ocorreu quando o funcionário disparou contra as colegas, atingindo-as na cabeça. O Corpo de Bombeiros foi acionado e chegou ao Cefet às 15h50, mas não pôde salvar Layse. A direção do Cefet decretou luto oficial de cinco dias, expressando sua tristeza pela perda e reconhecendo o impacto da violência em um ambiente educacional.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) também se manifestou, enfatizando a necessidade de instituições de ensino como espaços de paz e solidariedade. A Delegacia de Homicídios da Capital ficará encarregada das investigações para esclarecer os motivos que levaram ao ato violento, que deixou a comunidade acadêmica em estado de choque e luto.

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