O Departamento de Eficiência do Governo, conhecido como Doge, foi oficialmente dissolvido, apesar de ainda ter oito meses restantes em seu contrato. A decisão, confirmada pela administração Trump, encerra um período conturbado de reestruturações em diversas agências federais e demissões de milhares de funcionários. O diretor do Escritório de Gestão de Pessoal declarou que a entidade não existe mais como um órgão centralizado.
Criado sob a liderança de Elon Musk, o Doge visava promover eficiência dentro do governo, mas enfrentou críticas e controvérsias durante sua curta existência. A dissolução do departamento levanta questões sobre o futuro das políticas de eficiência governamental e a realocação de recursos em meio a um cenário político instável. Observadores apontam que a descontinuação do Doge pode ter implicações significativas para a gestão pública nos Estados Unidos.
Com a extinção do Doge, a administração atual enfrenta o desafio de reavaliar sua abordagem em relação à eficiência governamental e às reestruturações das agências. Analistas sugerem que a situação poderá afetar a confiança do público nas reformas governamentais e na capacidade da administração de implementar mudanças eficazes. O desdobramento dessa questão será acompanhado de perto por especialistas em políticas públicas e administração governamental.

