O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que possui 60 votos a favor da rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. Em uma recente conversa com aliados, Alcolumbre expressou confiança em sua posição, mesmo diante da possibilidade de o governo tentar reunir apoio para a nomeação. Ele também indicou que pretende encurtar o tempo de votação para evitar que Messias consiga a quantidade mínima de votos necessária para assumir o cargo.
A situação se torna ainda mais tensa, pois a indicação de Messias é vista como uma estratégia do governo para fortalecer sua influência na Suprema Corte. A proposta de uma sessão relâmpago para a votação sugere que Alcolumbre está determinado a agir rapidamente, o que pode limitar as manobras do governo. Essa estratégia pode ter repercussões significativas na dinâmica política e judicial do país.
O desdobramento dessa situação pode impactar diretamente a composição do STF e, por consequência, a interpretação de leis importantes. A rejeição de Messias poderia sinalizar uma resistência do Legislativo em relação às indicações do Executivo, gerando um clima de instabilidade política. As próximas horas serão decisivas para definir o futuro da indicação e o papel do Senado neste embate.

