A China lançou seu novo porta-aviões, o Fujian, que representa um investimento de £5,4 bilhões e possui capacidade para operar 60 aeronaves. Com mais de 300 metros de comprimento e um deslocamento de 80.000 toneladas, esse navio posiciona a China como a segunda maior força naval global, atrás dos Estados Unidos, que possuem 11 porta-aviões em operação.
O lançamento do Fujian é visto como um esforço da China para aumentar sua influência global, além de suas capacidades militares. Entretanto, a recente vitória da Ucrânia sobre a Rússia no Mar Negro, onde a marinha ucraniana causou danos significativos à frota russa através de drones marítimos, sugere que a eficácia no combate pode não depender apenas do tamanho das embarcações. Esse cenário levanta questionamentos sobre a estratégia militar baseada na projeção de poder por meio de grandes navios de guerra.
À medida que as potências globais, como China e EUA, competem por influência militar, os desdobramentos desse novo lançamento e as táticas emergentes no Mar Negro podem redefinir as dinâmicas de poder no cenário internacional. O equilíbrio entre tamanho de frota e inovação tecnológica se torna cada vez mais relevante, indicando que o futuro dos conflitos pode ser moldado por novas abordagens e estratégias.

