Em 8 de novembro de 2025, a China lançou seu novo porta-aviões, o Fujian, custando £5,4 bilhões e projetado para transportar até 60 aeronaves. Com mais de 300 metros de comprimento e pesando 80.000 toneladas, a embarcação solidifica a posição da China como a segunda maior potência naval global, embora ainda esteja atrás dos Estados Unidos, que possuem 11 porta-aviões operacionais.
O porta-aviões Fujian não é apenas uma demonstração de força militar, mas também um instrumento estratégico para a China, que busca expandir sua influência global. No entanto, a eficácia de grandes embarcações pode ser desafiada, como evidenciado por um recente conflito no Mar Negro, onde a Ucrânia obteve sucesso significativo ao utilizar drones navais contra a frota russa, demonstrando que a tecnologia e a estratégia podem ser mais determinantes que o tamanho.
As implicações do lançamento do Fujian são vastas, não apenas para a dinâmica de poder naval na região, mas também para as relações internacionais. À medida que a China avança em sua capacidade militar, a resposta dos Estados Unidos e de seus aliados será crucial para equilibrar a segurança marítima global e evitar tensões crescentes entre as nações.

