Um brilho sutil, registrado pelo telescópio Fermi, pode representar a primeira evidência direta de matéria escura no centro da Via Láctea. Este sinal, que surge como uma névoa luminosa, não se alinha com fontes de radiação previamente catalogadas, desafiando as teorias atuais sobre a formação de galáxias.
Os cientistas apontam que o brilho possui uma energia característica que se assemelha ao que se espera de um halo de matéria escura. Apesar das descobertas promissoras, o fenômeno ainda carece de confirmação, devido à complexidade da região central da galáxia, onde múltiplos processos podem interferir nos dados coletados.
Caso o brilho seja, de fato, originado da matéria escura, isso abriria novas possibilidades para entender a composição do universo e a formação das galáxias. A pesquisa continua, com a necessidade de análises independentes e testes em outros ambientes galácticos, para validar essa intrigante descoberta.

