A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) adiou o julgamento sobre a suspeição dos diretores Pietro Mendes e Symone Araújo, relacionados à interdição da Refit, que ocorreu no mês passado. A decisão de postergar a análise foi tomada após um pedido de vistas dos diretores Fernando Moura e Daniel Maia, que alegaram que as suspeições levantadas pela Refit não são fundamentadas.
O diretor-geral da ANP, Artur Watt, rejeitou as alegações da Refit, afirmando que a matéria não possui respaldo. A empresa argumenta que os diretores envolvidos não teriam imparcialidade para decidir sobre a interdição, que foi conduzida de forma sigilosa. Essa situação gera incertezas sobre a recuperação da operação da refinaria, que depende da análise da ANP.
O relator do processo, Artur Watt, expressou a expectativa de que o caso seja votado em breve, dado seu impacto nas operações da Refit. Se as suspeições forem aceitas, os diretores não poderão participar do julgamento, o que poderia alterar o desenrolar da situação. Assim, o desfecho deste processo é crucial para a continuidade das atividades da refinaria e para a confiança do mercado na regulação da ANP.

