A cantora Anitta decidiu não aceitar uma proposta para se apresentar no evento Natal em Natal, no Rio Grande do Norte, devido ao fato de que o cachê seria financiado com recursos públicos. A informação foi divulgada por Iracy Azevedo, presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), em 27 de novembro. A equipe da artista enfatizou que a decisão está alinhada com sua política de transparência e legalidade em contratações com o poder público.
Em declarações ao programa RN no Ar, Iracy Azevedo comentou que Anitta manifestou restrições ao uso de dinheiro público em sua contratação. Ele considerou a atitude da cantora como nobre, ressaltando que ela defende princípios que se mantém firmemente. A equipe de Anitta, o Grupo Rodamoinho, declarou que todas as contratações seguem um rigoroso procedimento de licitação e regularidade das empresas envolvidas.
Essa postura não é inédita para Anitta, que já havia rejeitado propostas de desvio de verbas em shows anteriormente. Sua decisão não se limita a Natal, mas reflete uma política uniforme aplicada a todas as contratações públicas, visando assegurar a isonomia e a conformidade legal em todo o Brasil. Essa abordagem pode influenciar futuras interações entre artistas e prefeituras, destacando a importância da ética nas relações públicas.

