Defensores do meio ambiente na República Democrática do Congo (RDC) enfrentam ameaças, violência e agressões sexuais ao tentarem revelar a exploração ilegal de terras protegidas. Um recente relatório apontou que esses ativistas, que trabalham para acabar com a exploração madeireira e a poluição no Parque Marinho de Mangrove, se tornaram alvos de represálias severas. O governo congolês contratou um trabalhador de conservação em 2022 para ajudar na proteção dessa reserva natural, reconhecida internacionalmente.
O Parque Marinho de Mangrove é uma das áreas de preservação mais importantes do país, localizado em uma pequena extensão da costa congolense. A região abriga uma vasta biodiversidade e é crucial para a conservação do ecossistema local. No entanto, a exploração ilegal e o contrabando de recursos naturais têm ameaçado a integridade desse ambiente, tornando a atuação dos ambientalistas ainda mais necessária e arriscada.
As implicações dessa violência são profundas, não apenas para os ativistas, mas também para a conservação ambiental na RDC. A continuidade de tais práticas ilegais pode resultar na degradação irreversível do Parque Marinho de Mangrove e de outras áreas protegidas, afetando a biodiversidade e as comunidades locais. A necessidade de proteção e apoio a esses defensores do meio ambiente é urgente, especialmente em um contexto onde os recursos naturais estão cada vez mais ameaçados pela ganância e corrupção.

