O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso há três meses, enfrenta crescente pressão de aliados para que se manifeste, seja por meio de uma carta ou bilhete. A situação torna-se mais delicada com os ataques dos filhos, Eduardo e Carlos, a aliados, que podem prejudicar a imagem do bolsonarismo e as chances de Bolsonaro obter um indulto, caso Tarcísio de Freitas seja eleito presidente em 2026.
A tensão aumenta à medida que Eduardo Bolsonaro critica figuras políticas que poderiam auxiliar na defesa do pai, como Tarcísio de Freitas, o que gera preocupações sobre a falta de estratégia dos filhos em relação ao futuro político do ex-presidente. Carlos, por outro lado, promove uma rebelião em Santa Catarina, buscando se lançar como candidato ao Senado, mas enfrenta resistência de bolsonaristas locais que não desejam ser usados politicamente.
Aliados de Bolsonaro expressam preocupação de que os filhos estejam priorizando interesses pessoais em detrimento da defesa do ex-presidente. Essa dinâmica pode sacrificar o apoio ao ex-presidente em um momento crítico, enquanto a possibilidade de um indulto se torna cada vez mais distante, levantando questões sobre o futuro do bolsonarismo e a política brasileira como um todo.

