O Santander UK pediu ao governo britânico que intervenha no esquema de compensação de £11 bilhões para financiamentos de automóveis, alegando que as propostas em discussão podem causar danos significativos a consumidores e ao mercado de trabalho. A crítica, feita pelo diretor executivo do banco, reflete preocupações sobre o impacto negativo que essas medidas poderiam ter na economia mais ampla do Reino Unido.
A Autoridade de Conduta Financeira (FCA) havia criado o esquema de reparação com a intenção de abordar questões relacionadas a 14 milhões de contratos de empréstimos de veículos que poderiam ser considerados injustos devido a arranjos de comissões entre credores e concessionárias. No entanto, a posição do Santander destaca a tensão entre a necessidade de regulamentação e os potenciais efeitos adversos sobre a economia e o setor automotivo.
O apelo do Santander ressalta a urgência de um diálogo entre instituições financeiras e reguladores, já que as decisões tomadas neste contexto podem ter consequências duradouras. A situação exige uma avaliação cuidadosa para equilibrar a proteção ao consumidor com a estabilidade econômica, uma vez que o mercado automotivo desempenha um papel vital na economia britânica.

