Em maio de 2018, Boris Johnson, então secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, concedeu aprovação para a construção de uma super-embaixada da China no complexo Royal Mint Court, em Londres. O projeto, que se destaca como o maior investimento diplomático chinês fora do país, foi anunciado em uma carta endereçada a Wang Yi, principal diplomata da China. A proposta gerou otimismo quanto ao fortalecimento das relações diplomáticas entre os dois países.
A área destinada à nova embaixada, com 20.000 metros quadrados, foi adquirida pelo governo chinês por £255 milhões. No entanto, apesar do entusiasmo inicial, o projeto permanece estagnado após sete anos, levantando questões sobre os desafios enfrentados no desenvolvimento de grandes empreendimentos diplomáticos. A situação reflete a complexidade das relações internacionais contemporâneas e as hesitações que podem surgir em investimentos desse porte.
O futuro da super-embaixada da China em Londres continua incerto, o que pode impactar a imagem da China como um ator global proativo. A falta de progresso no projeto pode também repercutir nas relações bilaterais, especialmente em um cenário geopolítico em constante evolução. À medida que o mundo observa, a situação se torna um exemplo das dificuldades que projetos ambiciosos podem enfrentar no contexto das relações diplomáticas modernas.

