A influenciadora digital Yeda Freitas, de 31 anos, não será submetida ao julgamento pelo Tribunal do Júri no caso do assassinato de Douglas Henrique Silva, ocorrido em março de 2022, em Goiânia. A decisão foi proferida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara e publicada nesta quarta-feira (27), que concluiu não haver provas suficientes para implicar a influenciadora no crime. Enquanto isso, outros quatro investigados permanecem como réus e devem enfrentar o júri popular por homicídio qualificado.
Yeda Freitas havia sido presa em agosto de 2022 durante a Operação Omertà, que resultou na detenção de seu então namorado, Antônio Luiz de Souza Filho, e outros três suspeitos. O crime ocorreu no Jardim Atlântico e as investigações foram conduzidas pelo delegado Carlos Alfama. A influenciadora também enfrentou um inquérito anterior por simular um sequestro para extorquir um ex-namorado, mas atualmente responde a esse processo em liberdade.
Os advogados de Yeda, Luís Rassi e Igor Pires, comemoraram a decisão judicial, reafirmando a inocência da cliente. Por outro lado, a defesa de Antônio Luiz pretende provar sua inocência durante o julgamento, enquanto os advogados dos outros réus também contestam as acusações. O desdobramento deste caso continua a ser acompanhado com atenção pela mídia e pela sociedade.