Donald Trump acusou George Soros e seu filho, Alex Soros, de apoiarem protestos violentos nos Estados Unidos com o intuito de desestabilizar sua administração. A crítica de Trump se insere em uma disputa mais ampla entre duas visões antagônicas sobre o papel dos EUA no mundo: o nacionalismo pragmático defendido por ele e o globalismo intervencionista promovido por Soros, que é conhecido por financiar diversas organizações não-governamentais. Essa polarização ideológica pode ter implicações profundas na política interna e externa americana, especialmente em relação ao apoio à Ucrânia e à rivalidade com a China.