O Galaxy Z Fold 7, mais recente smartphone dobrável da Samsung, chegou ao Brasil com promessas de inovações significativas. O dispositivo apresenta um design mais fino e leve, além de melhorias na resistência da dobradiça e nas telas, visando atender às demandas de produtividade e entretenimento. A análise do aparelho busca avaliar se o investimento elevado ainda é justificável em um mercado cada vez mais competitivo.
Ao abrir o Galaxy Z Fold 7, a primeira impressão é de um dispositivo sofisticado, com acabamento em Corning Gorilla Glass Ceramic 2 e Victus 2. A tela principal se destaca pela alta definição e taxa de atualização adaptável, enquanto a tela externa oferece boa visibilidade sob luz solar. A Samsung afirma que a tela pode ser dobrada até 500 mil vezes sem perda de qualidade, o que sugere uma durabilidade considerável para os usuários.
Com recursos como multitela e integração com o Samsung DeX, o Galaxy Z Fold 7 se mostra versátil para o uso diário. No entanto, a ausência de suporte para a S Pen pode desagradar alguns usuários que buscam funcionalidades criativas. A análise finaliza questionando se as inovações e o desempenho do aparelho justificam seu alto custo em um cenário de constantes avanços tecnológicos.